domingo, 16 de outubro de 2011

Boss AC - Coisas da Vida

Não tenho escrito, mas deixo aqui uma música do Boss AC para matar o tédio ;) Vou ver se ainda publico um texto até ao final do mês.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Nas vidraças a chuva batia, batia, batia. Eu, ficava a pensar, porque batia assim, pensei, pensei, pensei... Ficas-te online, já estava habituada aos teus insultos, já não me incomodavas, aliás, não me incomodas... houve uma altura em que me importava com o que dizias, mas depressa compreendi que tudo o que dizias era uma farsa, uma simples e miserável farsa, que essas palavras doces eram na verdade um máscara, essa tua FARSA, então chegou a altura do BASTA...aquele BASTA que eu não sabia qual era, mas depressa comecei a perceber.
Há momentos na vida que são assim, com um final absurdo, pois nem sequer devia ter havido um início.
Não, não me arrependo, mas também não me orgulho, afinal de contas, se voltasse atrás, tentaria evitar ter comentado aquela publicação, ou aceitado o teu pedido de amizade, sim gostei no início, não vou mentir... mas percebi no fim que não foste mais que tempo perdido, um tempo que não voltará, mas que felizmente é recuperável, um dia, será recuperável...
Agora peço-te uma última coisa, esquece que me conheceste, esquece que alguma vez me viste, esquece-me... Vive a tua vida, que eu viverei a minha, recuperarei o meu conto de fadas, enquanto, observo, o mais distante que me permitirem, o pesadelo que é a tua vida, esperando que consigas percebê-lo a tempo de tornares esse pesadelo num sonho...

domingo, 27 de março de 2011

A Lua Iluminou-me

Era noite escura,
Mas a lua brilhava,
À janela do meu quarto
Uma voz doce me chamava.

Levantei-me de rompante,
Da janela vi a lua,
Sai dos teus braços,
Deite um beijo,
Fui para rua.

Na varanda me sentei
E disse em jeito de confidência,
«- Boa noite Lua minha,
Mais uma vez te conto,
Aquilo que me entristece,
Alegrias também,
Mas isso pouco acontece.»

«- Vejo que alegrias,
Chegam elas com amor,
Não são todos os dias,
Que se encontram essa bênção,
Que vem do fundo do coração.»
Dizes tu minha Lua,
Ao te cumprimentar,
Sabes bem aquilo que passo,
E o que tenho medo de passar.

«- Tens razão Lua minha,
Não me posso queixar.
Enquanto Deus me proteger,
Nada me vai magoar,
Não mais do que ver,
Um amigo a sofrer.»

«- Sabes que, nem tudo é tão mau assim.»
Sussurras, sorrindo para mim.

«- Sim, já me contaste
E agradeço por tudo o que me ensinaste.»
Dito isto ofereço-te um sorriso sincero,
Por tudo o que te quero,
Que é só bem.

«- Que fazes aí, fora?»
Perguntas tu que acordaste.
A lua está a ir embora,
E respondo-te com o maior dos sorrisos:
«- A pensar.»
«Obrigado, por estares aqui,
Por não me teres deixado,
Sei que nem sempre te amei,
Mas garanto-te que isso é passado.»

Estupefacta com tais palavras,
Pensei no seu significado,
Abraçaste-me com carinho
E tudo ficou menos complicado.
Tinhas medo,
Pensas-te que te ia deixar,
Que por tu um dia não me teres amado,
Eu podia deixar de te amar.

Olhei os teus olhos,
Tinham sede de amor,
Derramei uma lágrima,
Fiquei com pavor
Ao pensar em como tinhas sofrido,
Sem um ombro amigo
E sem ninguém para te apoiar
Para te dizer que te ia sempre amar,
Embora sem ter a certeza de ser a verdade.

Abracei-te com todo o amor,
Os meus lábios alcançaram os teus,
Bebemos um do outro,
Daquele amor que transbordava,
Naquele momento em que o que para nós era tudo
Passou a ser nada.
A única coisa que eu queria e precisava,
Era dos teus braços envolvidos em mim,
Do teu amor
E da tua protecção.

E foi aí que eu percebi,
Nessa noite em que a Lua me visitou,
E que pela última vez lhe contei uma coisa triste,
Aí tudo mudou,
Senti a tua paixão,
Que foi um bálsamo para o meu coração.

Foi aí,
Que descobri,
Que a vida é o que se sente
E nada me coloca uma opção diferente.

sábado, 12 de março de 2011

Liberdade

Liberdade...
Saberá alguém o seu verdadeiro significado?
Terá alguém reparado,
Que esta palavra resiste
E ainda hoje existe?

Liberdade...
Palavra Sagrada,
Em vários livros usada,
Em poucos de forma amada.

Muitas lágrimas foram derramadas,
Para que esta palavra fosse inventada.
Vária gente partiu com armadas,
E Cristo foi humilhado,
Na cruz pregado,
Para ns salvar do pecado.

Quero ser livre de pensar,
Livre de lutar e escrever,
Sem ter de me justificar.
Poder rir, chorar e amar
Ser livre para voar...

Liberdade...
Palavra da verdade.
Ser livre...
A vontade da humanidade.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Lágrimas de Menina

Menina com lágrimas no rosto,
Normalmente pela mesma razão
Pelo menos é suposto
Tratar-se do coração.

Chora a menina
Sem parar,
Pois a dor que sente
É de arrepiar.

Era tanta a alegria
Que sentia ao amar,
Que quando deu por si
A alegria começou-se a transformar
Nas lágrimas que agora está a chorar.

No seu olhar consegue-se ver,
A imensidão do seu sofrer
Embora a menina saiba que tem de parar
Não quer arriscar,
Ter de voltar a amar.

Mas como isso não se comanda
Nem se consegue evitar
A menina forte tem de ser
Para parar e enfrentar,
A dor que é amar!


quinta-feira, 10 de março de 2011

Surpresa Inesperada

Félix acabava de acordar com o despertador a tocar para as dez horas, quando reparou que não estava no seu quarto, aliás, não estava em nenhuma outra divisão da sua casa. A princípio Félix ficara alarmado pois não se recordava de como fora parar aquele lugar.
«Onde estou?» Pensava enquanto inspeccionava aquele quarto que à primeira vista parecia normal, mas que se o inspeccionássemos detalhadamente percebíamos que apenas o armário, a cama, e o lustre eram reais, o resto eram apenas holograma, talvez para fazerem com que Félix se sentisse mais á vontade naquela divisão.
Félix saiu do quarto a correr procurando os seus pais por toda a parte. Procurou desde a cave até ao bosque passando ainda por todos os andares da casa, incluindo o sótão.
Félix ia agora entrar numa outra divisão que tinha à porta um sinal de stop.
_ Espera! - Gritou uma rapariga que devia ter mais ou menos dezasseis anos e que tinha cabelo preto, olhos azuis e um vestido de cor pérola.
_ Quem és tu? E onde raio é que estou? - Gritou Félix tentando agredir a rapariga.
_ Acalma-te, sou a Alexandra e só te quero ajudar. Acredita que só te quero ver bem.
Félix corou, não sabia porquê mas sentia uma forte atracção por aquela rapariga, embora nunca a tivesse visto antes.
_ Desculpa ter-te atacado. Não sei o que me passou pela cabeça. Podes dizer-me onde estou? Por favor.
_ Estás em Mariti, um mundo mágico. Regressaste ao teu mundo, tal como eu.
_ Espera aí um segundo, eu sou um …
_ Maritiano - Ajudou Alexandra.
_ Acho que se enganaram. Nasci na Terra, não tenho poderes mágicos e os meus pais devem estar super preocupados.
_ Na verdade. Tu tens um poder, controlas a água, tal como eu e todos os outros Maritianos. Só que os teus poderes estão adormecidos.
_ Isso é mentira!!! - Gritou Félix.
_ Não, não é. - Disse um rapaz que aparentava ter 20 anos, era loiro, tinha olhos acinzentados e que apareceu das sombras em apenas segundos, embora dessa a ideia de que estava ali à bastante tempo - A Alexandra está a dizer a verdade. Os teus pais morreram acerca de catorze anos atrás, quando tinhas um ano apenas, deixaram uma carta a dizer que caso lhes acontecesse alguma coisa deveríamos enviar-te a uma família que eles conheciam na Terra, aqueles que tu conheces hoje como pais. A carta mencionava que quando tivesses quinze anos terias de abandonar a Terra e voltar para Mariti, pois já serias capaz de cuidar de ti nessa altura.
_ Não pode ser. - Disse Félix quase a chorar - Mas agora que falas nisso, este Mundo parece-me familiar.
_ É normal, eu também não acreditava até o Francis me contar. Só não percebo uma coisa, eu sinto que te conheço de algum lado, mas não sei de onde. - Disse Alexandra quase a corar.
_ Eu também sinto que te conheço. - Sussurrou Félix pondo as mãos na cabeça.
_ Mas vocês conhecem-se, eram vizinhos um do outro antes dos vossos pais morrerem numa catástrofe. - Esclareceu Francis - Os vossos pais até vos tinham prometido um ao outro.
Os dois coraram, a verdade é que se sentiam profundamente atraídos. Nos meses que se seguiram Félix e Alexandra tentaram adaptar-se aquele novo mundo, estudaram as lendas, as histórias, os Deuses e tudo o que lhes punham à frente e que tivesse a ver com Mariti. Mas não foi só isso que aconteceu, Félix e Alexandra ficaram muito mais que amigos, acabando por se casarem. E assim viveram durante muitos anos.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Minha Infância

Minha infância é alegre,
Bonita de muitas cores
E os meus amigos são uns amores.

Minha infância é divertida
Uma parte da minha vida,
Uma parte do meu ser
Que faz parte do meu crescer.

Minha infância,
É glória
E ficará sempre na minha memória.

Tu em mim

Beijos ardentes são os teus
Que me fazem voar aos céus,
Teus abraços são cetim,
Quero-te sempre abraçado a mim.

Teu sedutor olhar,
É de encantar
Esse olhar que à noite me faz sonhar.

Esse teu jeito de ser,
Faz me enlouquecer
Esse teu corpo tão sensual
É abrasador
Que sensação descomunal
Não sei se é amor!

Nos teus olhos consigo ver
Um eterno amanhecer
Teu rosto sorridente
Leva-me eternamente
A onde não me consigo encontrar
Onde só tu consegues comandar!

Sonhos

Os sonhos são coisas doces,
Como os rebuçados,
Como os iogurtes açucarados,
Como um enorme algodão doce!

São coisas bonitas,
Como flores,
Coisas suaves,
Como a seda,
Coisas cintilantes,
Como brilhantes!

Há gente que deixa de sonhar,
Porque não sabem o quanto estão a errar.
Sonhar é uma maravilha,
É como estar numa bela ilha,
Onde reina a fantasia,
Onde podemos cantar,
Dançar,
Gritar,
E tudo sem ninguém se preocupar!

Sonhar é viver,
E é a sonhar que se deve crescer!
Quando se sente no coração,
Um forte bater
Uma coisa sem explicação
Mas que é bom de se ter,
É o amor a querer-se instalar
Para todo o sempre lá ficar!

Mas por que será que apareceu agora?
Terá o amor uma hora?
Será que é mesmo para sempre?
Não poderá ele ir embora?

Perguntas e mais perguntas,
Mas respostas nunca poderão vir a ter
Pois o amor é assim
Um mistério a valer,
Uma coisa que só se começa a conhecer
Quando o conseguem reconhecer!

Reconhecer?
Perguntam vocês admirados.
E eu vou agora esclarecer,
Que o amor tem de se sentir,
Para se poder assumir.
Não é simplesmente referir que o amor já se fez sentir!!!

terça-feira, 8 de março de 2011

A vida,
Um mistério sem solução,
Uma coisa que por vezes é divertida
Mas tem sempre um senão.

Porquê?
Porque é que não pode ser tudo simples e feliz?
Será que temos de sofre,
Para puder viver?

Só sei que vida assim
Não é para mim
Nem pode vir a ser
Pois esta vida é impossível de se viver!

Amor

Essa dor imparável
Que lágrimas me faz derramar,
Coisa imprevisível     
Que não se consegue evitar.

Desejo que invade
Todo o coração
Desejo cobarde
Que nos tranca numa prisão.

Intensa atracção
Difícil de explicar,
Alegria e solidão
Juntos num só pensar.

Neste mar de sentimentos,
Nesta revolta de pensamentos,
Só uma coisa me faz continuar
A certeza de que contigo eu quero estar.

O desgosto se vier,
Vem num mar de sofrer
E por vezes acaba com a razão de viver.

Mas amor é na realidade
Um sentimento de igualdade
Que ao mesmo tempo faz nos sofrer,
Mas também crescer,
Para que mais tarde possamos saber amar
Sem ter alguma coisa a recear.

“ Lágrimas “

Lágrimas pela face
Deslizam livremente,
Talvez por coração partido,
Ou familiar perdido.

Lágrimas de amor
São as que mais doem chorar,
O coração pára de palpitar,
O mundo pára de girar
E só lágrimas deslizam,
Deslizam graciosamente
Sem porto nem abrigo
À espera que um lenço passe para as secar.    

Lágrimas de alegria
As mais fáceis de derramar,
As que nos dão mais prazer de libertar,
As que queremos mostrar
E as que nos ajudam a demonstrar
O nosso sentimento mais puro.

As lágrimas são no fundo
Um meio de comunicação
Simples, discreto,
Mas simpático e directo
Que nos mostra uma nova janela de emoções,
De sonhos e confusões.

Tudo através de gotas de água
Que deslizam bailando pela face dos tristonhos
E pela face dos risonhos,
Mas que nos ajudam a libertar
Por vezes a raiva que em nos habitava,
O ódio que em nós se acomodava
E a alegria que pelo riso já não ficava.    

Lágrimas são no fundo
A esperança,
De uma nova etapa nesta vida
Que por vezes passa numa corrida,
Muitas vezes demasiado rápida para nós.

Incompreensão

Incompreensão...
Sinceramente, por vezes sem razão.
Em alguns casos drivado à paixão...
Paixão...
Meu Deus, porque é que há sempre um se não?
Não posso amar sem sofrer,
É quase impossível ganhar sem perder.
Já não sei...
Já me desorientei.

Choro, mas não alivia
E não posso ignorar, porque assim cresce a agonia.
As amigas confrontão verdades
Tentam mostrar-nos outras realidades
Realidades que podem acontecer
Mas que quem ama quer esquecer...

As lágrimas procuram algo que as faça parar
Encontram-te a ti,
Mas depressa reparam
Que embora já não se veja
Elas deslizam,
Bem no fundo do meu coração que sangra
Por aquilo que pode perder,
E que se perder perderá uma metade de si.
Será possível viver apenas com metade do coração?
Sinto o sopro gélido da solidão,
Ela quer entrar.
Que faço eu?
Se esqueço o amor
Vou sofrer,
Mas sem a amizade
Bem posso dizer adeus à razão de viver.

Problemas e dilemas,
Tanta coisa por resolver.
Já disse que quero chorar
Mas não gosto de o fazer.
Não me vai ajudar
Nem os meus problemas resolver.

Alguém que me acuda...
Preciso de palavras meigas mas sinceras
Preciso de ajuda.

Porquê?
Porquê?

Melhorarei se puder
Mas vão ter de me apoiar
Finalizando com um suspiro este poema
Que está assim a terminar.

terça-feira, 1 de março de 2011

Desabafo de hoje...

Tenho uma vida.... ou talvez não...
Será isto amor, ou será antes uma necessidade do coração? Segui as suas batidas, se fiz bem ou mal isso não sei...
As lágrimas pedem para parar, eu tento mas não consigo... é sufucante, frustrante, não consigo parar, mal consigo respirar....
A cabeça quer explodir, quer que deixe de exixtir... até que chega o BASTA...
O meu BASTA ainda não o descobri, sei apenas que nesse "BASTA", eu posso sorrir sem me preocupar; gritar sem ser de dor;  sonhar.....
Como era bom sonhar sem ter de interromper o sonho de repente....


PORQUÊ??????
Não foi o que sonhei... não sei se alguma vez será...
Agora sei... que nem sempre tudo me sorrirá...

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sob o luar,
Ponho-me a pensar
No que tenho para viver,
Sei que nada vai adiantar
Posso gritar,
Adormecer a chorar.
Para quê?
Porquê?
A vida é bem mais…
Tem de tudo para se rir,
Para viver bem,
Para conseguir,
Abrir as asas e voar,
Voar para longe daqui
Para onde me possa encontrar.
Porque gosto de sonhar,
E sonhar é viver,
Este é o meu mandamento
É assim que tem de ser,
Sem nenhum lamento,
Sem nada a temer.
Sou Guerreira de Vida
Ou assim gosto de pensar,
Sou aquilo que tenho de ser.
Tenho um mundo meu,
Tenho aquilo que quero,
O meu coração é meu
E só o entrego por completo ao amor sincero.
Acredito em fantasias
E isso não posso negar,
Por vezes acredito demais,
Acabo por me magoar.
Caio sempre,
Mas tenho de me levantar
Até aprender a sonhar…

Há quem diga que não sei o que digo,
Se há coisa que sei é que não me posso importar,
Só tenho de a vida aproveitar,
É aquilo com que tenho de me preocupar.

Já está a amanhecer,
A lua já se está a afastar,
Ela que ouviu os meus desabafos,
Eles lá vão com ela a voar
Embora registados no meu coração
Para sempre vão ficar.

Agora pouso a caneta,
Releio o que escrevi
Fecho o caderno
E esqueço os problemas,
Todos os dilemas
E enfrento mais um dia,
Com um sorriso
E a minha alegria.
Viver como se cada dia fosse o único... nunca ser razoável, nunca saber quando parar, nunca calar uma ideia mesmo que aparentemente pareça completamente imbecil, desde que isso nos dê prazer; decidir e manter sempre cada decisão, custe a quem custar; estar muitas vezes sozinho, ser destemido e audaz; nunca perder um minuto e jamais tomar uma decisão porque é fácil.
Nunca olhar para trás; nunca perder de vista o que nos interessa; dormir o menos possível; atirar pela janela o que nos incomoda; andar descalço; cair na água vestido; entrar em casa de manhã, bebedo e cumprimentar os vizinhos; jogar sempre para ganhar e ganhar muitos inimigos, nunca ficar no chão por ter medo de apanhar mais, lutar, lutar e lutar.
Tirar todo o proveito das derrotas; rir muito, dos outros e muito mais de nós; achar sempre o lado certo de todas as coisas erradas; não perder um espelho!
Acreditar, acima de tudo acreditar, que tudo é possível.
Defender todas as causas, mesmo perdidas estar sempre do lado mais fraco e ter prazer, gostar das pessoas pelo que elas são e nunca nunca deixar que fiquem sozinhas.
Olhar na cara de cada hipócrito para lhe mostrar o epílogo;
Odiar com todas as forças e amar mais ainda…. São lições…. 
São momentos….
São passagens da vida… 
Que nos fazem tornar numa pessoa melhor do que a que somos agora!


Ass: João Marques

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Segredos Revelados

Estava uma magnífica manhã de sol na Dinamarca, mais precisamente em Berlim, Mel acordara com uma estranha sensação, não sabia dizer o que era mas não lhe agradava.
_ Mel vem para a cozinha tomar o pequeno-almoço! – Gritou Anne, a mãe de Mel.
Mel nem respondeu, foi logo a correr para a cozinha, mal entrou nesta deu um beijo carinhoso à mãe e tomou o delicioso pequeno-almoço que a esperava.
Do lado de fora da casa ouvira-se um estrondo, Mel levantara-se num ápice e correra para a janela, mas o braço da mãe deteve-a.
_ É que nem penses em ir lá fora. – Sussurrou Anne com ar sério.
_ Mas mãe preciso de saber o que é!         
_ Se bem te lembras tens 14 anos. Por isso fica aqui sossegada e calada. Está bem?
_ Sim mãe.
Anne sorriu docemente e foi directamente para o jardim, demorou mais ou menos 7 minutos a voltar e quando voltou vinha acompanhada por um casal.
_ Mel, esta é a Stella e este é o Tom, uns velhos amigos. – Disse Anne a esforço.
_ Nunca me falaste deles. – Disse Mel com desconfiança.
_ É normal. – Explicou Stella. – Digamos que a tua mãe não gostou muito da vida que tinha nessa altura.
_ É bastante compreensível. – Disse Tom com um sorriso cúmplice para Anne e Stella.
_ Como assim? – Perguntou Mel.
Anne sentou-se numa cadeira, Mel, Stella e Tom imitaram-na. A mãe de Mel pegou-lhe na mão, sorriu e começou a contar-lhe quem era a sua mãe na realidade. Que era uma feiticeira que tinha fugido de uma guerra sangrenta e triste, que Mel era uma aspirante a feiticeira e que tinham de voltar para o mundo de onde Anne tinha fugido. Tinham de voltar para Fiertix.
Mel a princípio não aceitou, mas Anne explicou que se não voltassem seria prejudicial para os dois mundos, várias pessoas podiam sofrer, embora Anne não quisesse explicar o motivo porque era confidencial. Depois de ouvir isso aceitou logo, aliás ela sabia que quando domina-se a capacidade mágica conseguiria voltar à Terra para matar saudades.
Nessa mesma noite Mel e todos os outros voltaram para Fiertix, um sítio magnífico, com dragões, unicórnios, sereias e muitos outros animais espectaculares. Esta aprendeu a gostar de Fiertix rapidamente e ainda hoje lá vive, embora de vez em quando volte à Terra para matar saudades.

Descobertas Mágicas

Estava uma noite quente em Barcelona, Francisca, uma jovem de 14 anos e de cabelos loiros acabava de arrumar as últimas coisas na mala enquanto suspirava. Apenas na noite anterior tinha sido informada de que era princesa de um mundo mágico, Roltry, e que teria de voltar para o mundo onde nascera.
_ Francisca, estás despachada? - perguntou Josefa, a mãe desta e a rainha de Roltry.
_ Quase mãe. Só mais dois minutos e já desço.
_ Está bem querida.
Francisca fitava pela última vez o seu quarto com imensa ternura, uma vontade de chorar invadiu-a mas Francisca apenas derramou duas lágrimas que limpou de imediato.
Profundamente emocionada Francisca saiu do quarto, desceu a escadaria devagar, tão devagar que até uma tartaruga a teria ultrapassado naquele momento tão constrangedor, que era abandonar a sua casa, pior ainda é que ia abandonar o planeta onde se encontravam os seus amigos.
O pai de Francisca, Matias, abraçou-a quando esta chegou ao final da escada.
_ Francisca, o mundo que te espera é espectacular, eu sei que não te lembras dele mas garanto-te que vais gostar imenso de lá viver - sussurrou-lhe docemente.
Francisca assentiu.
Matias agarrou nas malas enquanto Josefa preparava o feitiço para partirem. Francisca agarrou a mão da mãe e sentiu uma sensação estranha, quando abriu os olhos viu que não estava em sua casa mas sim num palácio lindo e espaçoso.
_ O que achas da tua casa?
_ É linda mãe.
_ Josefa vem ver isto, rápido.
A voz de Matias suava alarmada e Josefa foi a correr para a janela onde o seu marido se encontrava, de repente Josefa começou a chorar, não podia acreditar no que via, uma guerra sangrenta desenrolava-se do lado de fora do palácio.
_ O que é que podemos fazer? - perguntou Francisca apercebendo-se do que estava a acontecer no exterior.
_ Primeiro que tudo temos de perguntar a um dos serviçais do palácio a que se deve esta guerra horrível.
Mal Matias acabou de falar apareceu a governanta e feiticeira real do palácio, Flair, que os saudou com um sorriso doce mas preocupado. Josefa abraçou-a com tristeza e perguntou-lhe então aquilo que queria saber, Flair contou-lhe que umas horas antes de Josefa e a família se materializarem no palácio de Roltry os fraigts, criaturas invencíveis que possuem uma magia poderosíssima, tinham atacado o palácio para matar Josefa, Matias e Francisca, por sorte a guarda real reuniu todas as criaturas mágicas, feiticeiros, gnomos, anões e até os marftis se tinham juntado para defender a família real.
_ Pai o que são marftis? - perguntou Francisca tentando esquecer a situação.
_ Guerreiros que possuem um grande poder mágico mas que raramente ajudam alguém, principalmente se esse alguém forem os humanos. Em todo o caso os fraigts são muito mais fortes. Temos de os ir ajudar.
 Josefa e Matias saíram do palácio e foram lutar, Flair seguiu-os para ajudar na luta enquanto Francisca assistia na janela, de repente Matias caiu ferido no chão e Francisca não aguentou mais, saiu do palácio e foi a correr para junto do pai, um fraigt preparava-se para a atacar, mas, ainda com os olhos cheios de lágrimas, Francisca pronunciou umas palavras que nem ela conhecia, talvez as tivesse dito por instinto mas o que é certo é que os fraigts fugiram a sete pés.
Nos dias seguintes houve imensas festas em Roltry para dar as boas vindas à família real e para aclamar Francisca a feiticeira mais poderosa de todo o universo mágico.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Introdução

Olá bem vindos, como sou nova ainda me estou a ambientar de modo que nao vai aparecer nada de especial nos primeiros tempos...
Desculpem!