Incompreensão...
Sinceramente, por vezes sem razão.
Em alguns casos drivado à paixão...
Paixão...
Meu Deus, porque é que há sempre um se não?
Não posso amar sem sofrer,
É quase impossível ganhar sem perder.
Já não sei...
Já me desorientei.
Choro, mas não alivia
E não posso ignorar, porque assim cresce a agonia.
As amigas confrontão verdades
Tentam mostrar-nos outras realidades
Realidades que podem acontecer
Mas que quem ama quer esquecer...
As lágrimas procuram algo que as faça parar
Encontram-te a ti,
Mas depressa reparam
Que embora já não se veja
Elas deslizam,
Bem no fundo do meu coração que sangra
Por aquilo que pode perder,
E que se perder perderá uma metade de si.
Será possível viver apenas com metade do coração?
Sinto o sopro gélido da solidão,
Ela quer entrar.
Que faço eu?
Se esqueço o amor
Vou sofrer,
Mas sem a amizade
Bem posso dizer adeus à razão de viver.
Problemas e dilemas,
Tanta coisa por resolver.
Já disse que quero chorar
Mas não gosto de o fazer.
Não me vai ajudar
Nem os meus problemas resolver.
Alguém que me acuda...
Preciso de palavras meigas mas sinceras
Preciso de ajuda.
Porquê?
Porquê?
Melhorarei se puder
Mas vão ter de me apoiar
Finalizando com um suspiro este poema
Que está assim a terminar.
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